Mais lidas 🔥

Frio intenso no Hemisfério Norte pode indicar um inverno mais rigoroso no Brasil em 2026?

Previsão do tempo
Molion prevê década de frio até 2035; primeira onda polar deve chegar ao Brasil em maio

Anuário do Agronegócio Capixaba 2025
Turismo rural no Espírito Santo: as histórias de quem está construindo a história

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 02 de março

Turismo
Espírito Santo ganha rota especial que valoriza a cultura cafeeira do Caparaó

“Esse tarifaço é absolutamente injusto e confirmamos que o Governo do Estado está ao lado do setor produtivo, dos empreendedores e dos trabalhadores. A possibilidade real de redução de oportunidades no mercado de trabalho nos preocupa e muito. Nesse primeiro momento, vamos diagnosticar o alcance e o impacto dessa medida na economia do Espírito Santo e com foco na manutenção dos empregos e da saúde das empresas exportadoras”, afirmou Ricardo Ferraço, vice-governador do Espírito Santo.
Ferraço é o coordenador do Comitê de Enfrentamento das Consequências do Aumento das Tarifas de Importação (Cetax), do Governo do Espírito Santo, e realizou, na segunda-feira (28), as duas primeiras rodadas de reuniões com a participação dos setores econômicos diretamente afetados pelas medidas anunciadas pelo governo do Estados Unidos da América. Os encontros aconteceram no Palácio Fonte Grande, em Vitória, sob liderança do vice-governador Ricardo Ferraço, coordenador do comitê.
“O mercado dos Estados Unidos é muito importante para o Espírito Santo. Cerca de 30% de tudo que exportamos vai para lá. Nosso foco é no emergencial. Só faz sentido organizar um governo em um estado se ele tem capacidade de socorrer os cidadãos num momento como este. A sobretaxa vai fazer com que nossos produtos fiquem muito caros no mercado norte-americano e assim perderemos a capacidade de vender. Alguns segmentos já estão organizados, como café e celulose. Mas outros segmentos nos preocupam pelo impacto social, e vamos estudar como mitigar esses impactos”, explicou.





