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O Irã é um dos principais produtores mundiais de amônia anidra, substância base para a fabricação de fertilizantes nitrogenados, como a ureia. O país responde por cerca de 7% a 8% da produção mundial de ureia, e qualquer instabilidade no fornecimento desse insumo tende a gerar efeitos em cadeia sobre os custos de produção agrícola em diversos países, inclusive no Brasil.
Culturas como milho, algodão, arroz, café e citros, altamente dependentes de fertilizantes nitrogenados, já estão no centro das atenções. Produtores temem novos aumentos nos custos, o que pode comprometer a rentabilidade das safras e pressionar os preços ao consumidor final.
Segundo os pesquisadores do Cepea, ainda é cedo para estimar o impacto real do conflito nos preços, mas o alerta está aceso. O Brasil, grande importador de fertilizantes, especialmente da ureia, pode enfrentar desafios logísticos e de mercado se as tensões no Oriente Médio persistirem ou se agravarem.





