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Um novo La Niña está prestes a se formar no Oceano Pacífico Equatorial. Segundo a Administração Americana de Oceanografia e Meteorologia (Noaa, na sigla em inglês) há 80% de chances nos trimestres móveis outubro-novembro-dezembro e novembro-dezembro-janeiro. Será um fenômeno fraco entre a primavera e verão, mas com consequências ao Brasil e para o Espírito Santo. As informações são do Instituto Climatempo.

A formação do fenômeno, que é o resfriamento das águas do Pacífico, promete causar chuvas mais intensas para o Estado entre setembro e novembro deste ano. A maior parte da precipitação, no entanto, acontecerá entre outubro e novembro. Outras regiões, como o Centro e o Norte do país, além da Bahia, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Pará, Amazonas, Acre e Rondônia também terão mais chuvas.

Por outro lado, segundo o Climatempo, o La Niña gera chuva abaixo da média na Região Sul e nos Estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e em Roraima. “No Sul, a estiagem será mais sentida a partir de novembro. A longa estiagem e a falta de chuva no período úmido agravam ainda mais a crise hídrica, tanto em geração de energia quanto em reservatórios de água”, informou o instituto.





