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Poda, manejo de pomares, controle fitossanitário, adubação, calagem, entre outros assuntos pertinentes à cultura foram tratados durante o workshop.
O Polo de Tangerina do Espírito Santo conta com os cursos realizados pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) para fortalecer a atividade. Para isso, o escritório local Alfredo Chaves levou a mais de 50 pessoas, entre agricultores familiares e autoridades, informações que envolvem a atividade produtiva em questão.
Trata-se de um workshop realizado no município, envolvendo temas como poda, manejo de pomares, controle fitossanitário, adubação, calagem, entre outros assuntos pertinentes à cultura, ministrados pelos pesquisadores do Incaper, Sebastião Antônio Gomes, Hélcio Costa, Maurício Fornazier e César Khroling.
O município atualmente conta com uma área de 100 hectares de citros plantados, com 60% de tangerina Ponkan. “É importante esse diálogo com os produtores, incluindo os que estão começando a investir na produção. O município tem solo e clima para produzir tangerinas muito aceitas no mercado do Estado e fora dele. Mas, ainda enfrentamos alguns gargalos, como a perda de produção por pragas e doenças. Os cuidados são fundamentais ”, disse o extensionista do Incaper e chefe do escritório local, Alciro Lamão Lazzarini.
Esse ano já foram produzidas 37 mil caixas de Ponkan de boa qualidade, que foram vendidas no Ceasa em Cachoeiro de Itapemirim e no Rio de Janeiro, além da distribuição para as merendas escolares contempladas no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).
Em 2016, o projeto do Incaper “”Polo de Tangerina: do plantio à comercialização””, coordenado pelo pesquisador Sebastião Antônio Gomes foi um dos vencedores na categoria “”Práticas Transformadoras””, na 11ª edição do Prêmio Inoves. Oobjetivo foi contribuir para o fortalecimento socioeconômico de Alfredo Chaves, por meio da introdução da tangerina Ponkan. Isso tudo após ter a produção da banana figo afetada,na comunidade de São Joaquim, devido ao fusarium, o que levou a problemas econômicos e sociais no setor, ocasionando diminuição de emprego e renda, além da saída de muitos jovens do meio rural.
“Essas ações têm motivado os agricultores, como uma atividade promissora no que diz respeito a diversificação de cultura nas propriedades, com foco no aumento de renda das famílias ”, contou Alciro.
O evento em questão contou com o apoio das autoridades locais e da Vice-Governadoria do Espírito Santo.
Informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação do Incaper
Juliana Esteves –juliana.esteves@incaper.es.gov.br
Luciana Silvestre Girelli &ndash,luciana.silvestre@incaper.es.gov.br
Tatiana Caus &ndash,tatiana.souza@incaper.es.gov.br
Vanessa Capucho – vanessa.covosque@incaper.es.gov.br
Texto: Tatiana Caus
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fonte: INCAPER





