Mais lidas 🔥

Inovação no campo
Nova variedade de banana chama atenção de produtores no ES

Rio Grande do Sul
Azeite brasileiro atinge nota máxima e é eleito o melhor do mundo em concurso na Suíça

Chuva de um lado, seca de outro
El Niño de 2026/2027 pode repetir a força e os impactos do fenômeno de 2015/2016?

Desenvolvimento rural
Mais de 161 mil mudas impulsionam produção no Norte do ES

Produção artesanal
Valença, no Rio de Janeiro, conquista 13 medalhas no Mundial do Queijo
O Centro de Saúde e Epidemiologia Animal da China confirmou o quarto surto de febre suína africana no país. O surto mais recente atingiu três propriedades em Yueqing, na província de Zhejiang, a mais de 1.500 quilômetros de distância dos primeiros casos registrados no país. O vírus matou 340 animais nas três propriedades, de acordo com o website do Ministério da Agricultura da China.
Em outras áreas afetadas, pelo menos 8 mil animais foram sacrificados na tentativa de conter a doença, informou a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

No longo prazo, a doença pode elevar os preços globais de carne suína caso resulte em escassez na China, o maior produtor e consumidor mundial, disseram analistas. A China impôs em abril tarifas retaliatórias contra o produto norte-americano e as aumentou para 62% em julho. Os EUA são um dos principais fornecedores de carne suína para a China, e as tarifas tornaram o país asiático mais dependente do produto local.
Estadão Conteúdo
Foto: Editora Globo



