Mais lidas 🔥

Mudança no tempo
Frente fria e ar polar trazem queda de temperatura ao Sul e Sudeste

Fruticultura
Abacaxi fluminense impulsiona a fruticultura e fortalece a agricultura familiar

Agricultura Capixaba
Cacau em Conceição do Castelo: 3 mil mudas entregues a produtores

Preservação ambiental
Conceição da Barra: peixe Mero será oficialmente patrimônio natural local

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 05 de março
Está com dor de cabeça? Tomecafé! Dor muscular pós-treino?Café! É ou não é a recomendação dos sonhos de todo viciado em cafeína? Pesquisadores de farmacologia recrutaram 62 homens e mulheres, com idades entre 19 e 77 anos, e fizeram com que eles registrassem sua ingestão diária decafeína (presente emcafé, chá, refrigerante, bebidas energéticas e chocolate). 75 % dos participantes consumiam uma média de 170 miligramas de cafeína por dia, cerca de duas xícaras decafé, os outros 15% mais de 400 miligramas por dia.
Após sete dias, os voluntários foram levados para um laboratório para testar sua tolerância à dor, usando dispositivos que aumentaram gradualmente o calor ou a pressão no antebraço ou nas costas do um voluntário. As pessoas apertavam um botão quando a sensação se tornava dolorosa e, novamente, quando se tornava intolerável. O resultado foi que quanto mais cafeína havia sido consumida, maior a tolerância à dor. “A dieta pode ser útil para diminuir a sensibilidade à dor ”, disse o principal autor, Burel R. Goodin, professor associado de psicologia da Universidade do Alabama, em Birmingham. “E não é só a cafeína que tem esse poder. Um estudo mostrou, por exemplo, que uma dieta à base de plantas pode realmente ajudar a aumentar a tolerância à dor ”. (*Fonte: Abic)





