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No Espírito Santo, a primeira etapa da campanha de vacinação contra Febre Aftosa aconteceu no mês de maio e atingiu o melhor índice de vacinação dos últimos dez anos. Do rebanho total de bovinos e bubalinos, 98,74% foi vacinado, ou seja, 595 mil animais dos 602 mil com até dois anos de idade. Os dados são do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf).
Os números positivos mostram que o Espírito Santo está cada dia mais próximo de ser reconhecido como estado livre da Febre Aftosa sem vacinação a partir de 2022. A última etapa de vacinação do Bloco IV, do qual o Espírito Santo faz parte, está prevista para acontecer em maio de 2021, e após este prazo haverá um monitoramento sorológico. O resultado será encaminhado ao Ministério da Agricultura (MAPA) e posteriormente à Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), que determinará o novo status sanitário do país e do estado.
Segundo o médico veterinário e gerente executivo do Fundo Emergencial de Promoção da Saúde Animal do Estado do Espírito Santo (Fepsa-ES), Antonio Carlos de Souza, ao decretar zona livre da Febre Aftosa sem a vacinação o país e o estado serão beneficiados, pois proporcionará galgar outros mercados internacionais como os americanos e asiáticos. “No momento, não é permitido alcançar esses mercados em função da utilização da vacina. Quando alcançarmos isto, consequentemente os produtores nacionais e capixabas terão agregados mais valor econômico a sua produção ”, disse.
O Fepsa-ES tem o Idaf como um importante parceiro e contribui com a instituição na realização de várias atividades, inclusive na sorologia. Desta forma, o processo é mais ágil, pois diminui o tempo de burocracia, obtendo os resultados com maior rapidez. Além disso, o Fundo mantém o Sistema de Integração Agropecuária (SIAPEC), que visa a desburocratização dos serviços de comprovação de vacinação e emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA). (*Fonte: Iá! Comunicação).




