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Mulheres da comunidade do Frade, no município de Itapemirim, participaram do curso “Mulheres em Campo ”, que abordou noções de diagnóstico e empreendedorismo, planejamento, custo de produção, indicadores de viabilidade, comercialização e desenvolvimento pessoal. As atividades fazem parte do projeto “Elas no Campo e na Pesca ”.
As mulheres fazem parte da Associação das Mulheres da Comunidade do Frade e da Freira de Itapecoa (ASMUCOFF), fundada em 2012 e que hoje agrega mais de 70 mulheres do município.
Wilceli da Silva Peterle, integrante da ASMUCOFF, explicou que muitas mulheres do grupo trabalham de forma individual na produção de uma diversidade de saberes, incluindo a produção de queijos, doces, artesanato e outros tantos produtos. Por este motivo, em agosto deste ano elas começaram a aperfeiçoar os seus conhecimentos, tanto na prática de produção dos alimentos quanto na parte de criação e gestão de uma nova agroindústria local.
Foi quando elas procuraram a unidade local do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), que mobilizou os seus parceiros: Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), o Sindicato de Trabalhadores Rurais de Itapemirim e a Secretaria Municipal de Agricultura, o que tornou possível cinco dias de curso completo.
O conteúdo programático envolveu assuntos como gestão, formação de preços de venda, custos de produção, empoderamento feminino e planejamento e habilidade para os negócios, com enfoque para agroindústrias. “As orientações foram direcionadas às mulheres que pretendem investir na atividade. Ações educativas voltadas ao âmbito da agroindústria, principalmente no que tange à regularização das mesmas, contribuem para segurança do alimento, considerando o aumento das possibilidades canais de comercialização. Além disso, elas têm a perspectiva de fazer novos cursos para aperfeiçoar novos saberes ”, pontuou a economista doméstico do Incaper, Angélica Carvalhais de Oliveira.
Wilceli Peterle comemorou a iniciativa. “Agora ficamos com uma expectativa ainda maior de dar certo. Foi mais um momento que abriu a nossa visão para o futuro. A gente conseguiu pensar melhor sobre o nosso foco de atuação, como criar um cronograma organizado das nossas atividades e quais as etapas para sermos gestoras de nossa futura agroindústria ”, afirmou.




