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Apesar de a colheita de café estar terminando no Brasil, as negociações no mercado físico estiveram reduzidas nos últimos dias. Segundo colaboradores do Cepea, tanto vendedores quanto compradores seguiram retraídos, à espera da confirmação dos impactos das geadas ocorridas no primeiro final de semana de julho nas regiões produtoras de café arábica. As primeiras estimativas mostraram apenas pequeno prejuízo nas principais praças cafeeiras, o que pressionou as cotações externas do café ao longo dos últimos dias, reforçando a retração de agentes.
Na terça-feira, 16, especificamente, os preços domésticos do arábica registraram forte queda, influenciados pela expressiva desvalorização internacional &ndash, na Bolsa de Nova York (ICE Futures), a queda dos futuros da variedade esteve atrelada a movimentos técnicos. Assim, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 415,95/saca de 60 kg nessa terça, baixa de 14,28 reais/saca (ou 3,3%) em relação à segunda-feira, 15, e de 3,7% em relação à terça anterior, 9.
Quanto ao robusta, os preços externos também recuaram, mantendo os negócios calmos. O Indicador CEPEA/ESALQ do robusta tipo 6 peneira 13 finalizou a R$ 280,16/sc de 60 kg, recuo de 2,4% na mesma comparação.




