Mais lidas 🔥

Previsão do tempo
El Niño avança e pode mudar o inverno de 2026 no Brasil inteiro

Alerta meteorológico
Espírito Santo entra em alerta duplo para chuvas intensas; veja as cidades afetadas

Inovação na cafeicultura capixaba
Clones de café revolucionam lavouras no ES e aumentam renda de produtores

Artigo
Experiências que só o Espírito Santo oferece, o melhor resumo do Brasil

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 19 de março

A Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics) realizou, nesta quinta-feira, 1º de agosto, o “3º Cupping de Café Solúvel ”, na sede do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), em Campinas (SP). A ação integra o objetivo da entidade de desenvolver uma metodologia única de avaliação sensorial para o segmento no mundo.
Atualmente, cada indústria possui seus próprios métodos para a avaliação do café solúvel, não havendo um procedimento padrão e específico para a avaliação da bebida. As responsáveis pela coordenação dos trabalhos são a cafeóloga, especialista em avaliação sensorial e consultora da Abics, Eliana Relvas, e a pesquisadora científica do Instituto, Dra. Aline Garcia.
No decorrer das sessões, os profissionais vêm compreendendo melhor os atributos positivos de maior realce das bebidas dos diferentes produtos e processos de fabricação. Com os cuppings, a intenção da Abics é transmitir essas informações aos consumidores.
A iniciativa é realizada pela entidade em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) e conta com apoio do Sindicato da Indústria de Café do Estado de São Paulo (Sindicafé-SP) e do Ital.
Participaram dos trabalhos do “3º Cupping de Café Solúvel ” profissionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Centro de Preparação de Café do Sindicafé-SP, do Ital, da Abics e das empresas Café Campinho, 3 Corações, Realcafé, Nestlé, Suplicy Cafés Especiais, Cia. Cacique, Melitta, Cia. Iguaçu, Cocam e JDE.
Até o fim de 2019, a Abics realizará uma série de sessões de debates e cuppings, com o objetivo de transformar a metodologia em importante ferramenta de avaliação, criar condições para inovação e desenvolvimento de novos produtos, de novas maneiras de preparo e aplicações do café solúvel, proporcionando cada vez mais praticidade e prazer aos consumidores.




