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O Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) deu continuidade ao curso de meliponicultura voltado às comunidades do entorno do Monumento Natural Estadual Serra das Torres (Monast). A segunda etapa, de caráter prático, foi realizada na última semana, em Muqui e em Atílio Vivácqua.
A capacitação faz parte do Acordo de Cooperação Técnica entre o Iema e a Vale (Acordo nº IEMA x Vale Nº003/2020) e foi planejada pela equipe gestora do Monast. O objetivo principal era fortalecer o conhecimento sobre a criação de abelhas sem ferrão, além de incentivar práticas sustentáveis que beneficiem tanto o meio ambiente quanto a economia local. Na fase prática, os 30 participantes puderam aplicar os conhecimentos adquiridos na etapa teórica, realizada em dezembro.
Enquanto a primeira etapa envolveu a instalação de colmeias na região, a segunda focou na avaliação da adaptação e do vigor dessas colônias, além da definição do manejo mais adequado para cada uma. Durante o curso, os participantes aprenderam técnicas como a transferência de enxames do ninho isca para caixas racionais, a avaliação da saúde do plantel, a divisão de enxames, além de práticas de alimentação energética e proteica, assim como a confecção de cera mista laminada.
Para o gestor do Monast, Guilherme Carneiro, a iniciativa tem um papel fundamental na conservação ambiental e no fortalecimento da economia local.
“A meliponicultura é uma atividade sustentável que alia a preservação da biodiversidade com oportunidades de geração de renda para as comunidades. Esse curso permite que os participantes adquiram conhecimentos técnicos para manejar as colmeias de forma adequada, garantindo a saúde das abelhas e o aumento da produtividade”, destacou.




