Mais lidas 🔥

Chuva e calor
El Niño não afeta todo o Brasil da mesma forma; entenda o que muda em cada região

Previsão do tempo
Vendaval coloca quase todo o Espírito Santo em alerta; veja as cidades que podem ser afetadas

Previsão do tempo
Fim de semana traz alerta de ventos fortes em 11 cidades do Espírito Santo

Inovação no campo
Do Espírito Santo para o mundo: cafeicultor está entre seis inventores convidados para festival no Vale do Silício

Turismo e inovação
Novos destinos turísticos unem arquitetura, natureza e experiências únicas no Espírito Santo

O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), acaba de registrar as primeiras adesões ao Programa de Regularização Ambiental (PRA-ES). Dois termos de compromisso de adesão para a recomposição de passivos ambientais de propriedades rurais, sendo uma em São Mateus e outra em Pedro Canario, foram assinados, na tarde desta sexta-feira (30), durante a programação da feira de agronegócios Pinheiros AgroShow, no noroeste do Estado, iniciando a execução do Programa que prevê a recomposição de 300 mil hectares de Mata Atlântica.
Segundo o diretor técnico do Idaf, Eduardo Chagas, o PRA-ES consiste em um conjunto de ações e iniciativas destinadas a proprietários e posseiros rurais. Seu objetivo é promover a regularização ambiental de imóveis rurais, focando na recomposição, regeneração ou compensação de Áreas de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal (RL) que foram desmatadas irregularmente até 22 de julho de 2008. O prazo máximo para conclusão da regularização ambiental é de 20 anos.
“Além dos inúmeros benefícios ambientais que o PRA proporciona, o proprietário/possuidor do imóvel rural que fizer a adesão terá direito a diversas vantagens, como a continuidade das atividades agrossilvipastoris, de ecoturismo e de turismo rural em Áreas de Preservação Permanente (APP); oportunidade de plantio intercalado de espécies nativas e exóticas na recomposição da vegetação, com possibilidade de ganho econômico; suspensão de penalidades relacionadas a supressões irregulares de vegetação, ocorridas antes de 22/07/2008, e prazos mais extensos para recuperação do passivo ambiental do imóvel,” explica.
O diretor geral do Idaf, Leonardo Monteiro, reafirma o compromisso do Idaf e do Governo do Estado com a recuperação dos passivos ambientais. “Estamos seguindo as diretrizes do Governo do Estado para recuperar as áreas que foram desmatadas ao longo dos anos. Em breve, novos servidores tomaram posse e fortaleceremos ainda mais o serviço de validação do Cadastro Ambiental Rural (CAR), consequentemente, as adesões ao PRA” , afirmou.
Estavam presente na assinatura, o secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Felipe Rigoni; a superintende da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) Claudia Magalhães, a superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Letícia Toniato; e o superintende da Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (Faes), Júlio Rocha.




