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O governo alemão vai banir o uso do controverso herbicida glifosato, alvo de ações judiciais nos Estados Unidos sob acusações de que causaria câncer, a partir do final de 2023, disseram duas fontes governamentais à Reuters.
O movimento alemão vem após a Câmara dos Deputados da Austrália ter aprovado em julho um projeto proibindo o uso de glifosato e após cerca de 20 prefeitos franceses terem no mês passado banido o produto de suas cidades.
Pesticidas baseados em glifosato têm sido usados por mais de 40 anos e são os mais utilizados produtos de controle de pragas no mundo.
O glifosato foi desenvolvido pela Monsanto sob a marca Roundup. Ele já teve a patente vencida e é comercializado em todo o mundo por dezenas de outros grupos químicos, incluindo Dow Agrosciences e a alemã BASF.
Preocupações com a segurança surgiram quando a Organização Mundial de Saúde concluiu em 2015 que ele provavelmente causa câncer.
A Bayer, que adquiriu a Monsanto no ano passado, disse que estudos e reguladores apontaram o glifosato e o Roundup como seguros para o uso humano. A companhia enfrenta ações judiciais sob alegações de que o produto causa linfoma não-Hodgkin.





