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O governo da Itália apresentou na última terça-feira (28) um projeto de lei que proíbe a produção e venda de alimentos sintéticos, incluindo a carne artificial.
A proposta foi apresentada pelo ministro da Saúde, Orazio Schillaci, que afirmou que a medida tem caráter preventivo, argumentando que ainda não há evidências científicas conclusivas sobre os possíveis riscos à saúde do consumo desses alimentos.
A iniciativa do governo italiano foi criticada por organizações de defesa dos animais e do meio ambiente, que argumentam que a carne artificial é uma alternativa mais sustentável e ética à produção tradicional de carne.
Ainda não há previsão de quando o projeto de lei será votado pelo Parlamento italiano.
As informações são da Deutsche Welle, que informou ainda que o principal alvo da lei é a carne produzida em laboratório a partir de células-tronco de origem animal. O projeto, no entanto, também mira a produção de ração animal.
O texto veta produtos para consumo humano ou animal que sejam produzidos a partir de culturas celulares ou tecidos derivados de animais vertebrados.
Entre as sanções previstas para os infratores estão multas de 10 mil a 60 mil euros, além da apreensão de material e fechamento de locais de produção.





