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Cuidados com alimentação, manejo correto dos animais além de boas matrizes para melhora genética são essenciais para que a produção leiteira capixaba aumente. Para todas as etapas de produção é necessário investimento de forma eficaz para o aumento da quantidade e qualidade da pecuária leiteira. Apenas em 2013, o Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) liberou R$ 25,6 milhões para o setor, grande parte destinada aos pequenos produtores.
O Bandes tem tido nos últimos 14 anos participação relevante no financiamento de investimentos para produtores familiares dedicados à pecuária leiteira no Espírito Santo por meio da linha de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). De 2002 até 2013 o valor total dos recursos contratados atingiu R$ 261,6 milhões. Quase metade desse montante foi aplicada em pequenas propriedades da região Noroeste do Espírito Santo, nos municípios de Barra de São Francisco, Nova Venécia e Colatina.
Os recursos aplicados representam investimentos em qualidade dos produtos e ampliação da produção em diversas propriedades do Espírito Santo. Como o Estado abriga, em sua maioria, pequenas e médias propriedades rurais, os recursos advindos do crédito são importantes para o desenvolvimento da pecuária de leite, promovendo um crescimento econômico descentralizado em todo Espírito Santo.
Propriedade em Alto Rio Novo quase triplica produção de leite
A produção de leite no Espírito Santo tem como características as pequenas propriedades familiares. É o caso de Miguel Eler Guimarães, do município de Alto Rio Novo, que viu sua produção aumentar de 150 litros de leite por dia para 400 litros de leite por dia após utilizar o crédito oferecido pelo Bandes para adquirir mais vacas e fazer melhorias em sua propriedade. “Eu utilizei o crédito para comprar vacas, construir piquetes e plantar cana-de-açúcar e café, diversificando a produção e ampliando a quantidade de litros de leite produzidos diariamente ”, afirma.
O investimento na produção vem aliado a comercialização. O leite produzido pelo Miguel tem destino certo. Como outros 1.200 produtores, Miguel vende o leite produzido na fazenda para a cooperativa de laticínios da região. “O leite produzido aqui já tem venda garantida e é todo repassado resfriado para a cooperativa ”, explica o produtor, que pretende aumentar ainda mais sua produção.
A articulação entre produtores, cooperativas, as agroindústrias leiteiras e o banco tem oportunizado que a produção leiteira capixaba aumente.
Fonte: Bandes





