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De maio a outubro deste ano, o Governo do Estado, por meio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), proíbe a prática de queima controlada no Espírito Santo, devido ao clima favorável à propagação do fogo. Nesta semana, com o início da “operação Fogo Zero”, que envolve órgãos ambientais estaduais e federais, o Idaf anuncia uma série de ações que visam coibir os incêndios florestais no Estado.
De acordo com o diretor geral do Idaf, Leonardo Monteiro, está sendo feito um reforço operacional para intensificar as ações de fiscalização e monitoramento durante o período crítico de incêndios florestais.
“A Central de Monitoramento de Florestas (CMF) do Idaf desempenhará um papel fundamental na operação. Com a utilização de tecnologia de sensoriamento remoto, será possível acompanhar tanto os novos focos de queimadas quanto as cicatrizes deixadas por incêndios anteriores, permitindo o direcionamento mais preciso das equipes de campo e maior efetividade nas ações de responsabilização administrativa dos infratores. O Idaf mobilizará cerca de duzentos servidores em todo o território capixaba, priorizando os municípios com maior incidência histórica de uso irregular do fogo. As equipes da instituição são capacitadas e poderão ser remanejadas conforme a demanda e a dinâmica dos focos identificados”, explica Monteiro.
O gerente de licenciamento e controle florestal do Idaf, Jésus Fernando Miranda, explica que a realização de queimadas sem autorização do Idaf, configura em infração ambiental, estando os responsáveis sujeitos à multa e/ou embargo, além da obrigação de recuperação ambiental da área afetada. “É importante que todos tenham consciência sobre o prejuízo que os incêndios florestais causam na natureza e respeitem a legislação vigente. A população também pode colaborar com a proteção do meio ambiente, denunciando crimes ambientais pelo 181”, enfatiza.




