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Atenção, produtores rurais do Espírito Santo! A segunda etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa, coordenada pelo Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), começa na próxima semana. Os responsáveis por bovinos e bubalinos devem vacinar seus animais, de todas as idades, entre os dias 1º e 30 de novembro.
A vacinação é obrigatória e aqueles que deixam de vacinar estão sujeitos a multa, além de ficarem impedidos de retirar animais de suas propriedades até regularizarem a situação sanitária do rebanho.
De acordo com o diretor-presidente do Idaf, o comprometimento do setor produtivo é fundamental. “Estamos caminhando para a retirada da vacinação, a partir de 2021. Nessa reta final, é preciso que o compromisso dos produtores seja redobrado para que o Espírito Santo tenha êxito nos inquéritos sorológicos realizados pelo Ministério da Agricultura para comprovar a eficiência vacinal, ou seja, se os animais realmente estão vacinados. A expectativa do Idaf é que a totalidade do rebanho do estado seja imunizada, contemplando cerca de 2 milhões de cabeças ”, disse.
Segundo o médico-veterinário do Idaf José Dias Porto Júnior, responsável no Instituto pelo Programa de Combate à Febre Aftosa, a vacina é essencial para garantir a proteção dos animais. “Sem a imunização, eles estão vulneráveis ao vírus da febre aftosa, que pode levar ao sacrifício de todo o rebanho, um prejuízo enorme tanto para o produtor quanto para o Estado ”, explicou.
Além de impactar a pecuária da região, a febre aftosa também afeta outros segmentos econômicos, gerando grande restrição comercial.
Como vacinar
A vacinação é de responsabilidade do produtor e as vacinas devem ser adquiridas em lojas agropecuárias cadastradas junto ao Idaf. Após a compra, é importante seguir as normas de transporte, manutenção, higienização e aplicação para não comprometer a qualidade do produto.
Porto Junior explica que elas devem ser transportadas em isopor de tamanho adequado, com gelo em quantidade suficiente, e ser conservadas na temperatura correta (de 2°C a 8°C). “Outra recomendação é substituir a agulha a cada dez animais vacinados e limpar seringa e agulhas no início e ao final do procedimento, fervendo-as e guardando-as limpas e secas ”, explicou o médico-veterinário.
Comprove a vacinação
A comprovação da vacinação é obrigatória e pode ser feita pela internet (até 30 de novembro) ou nos escritórios do Idaf (até 10 de dezembro). Para o procedimento on-line é preciso comparecer previamente ao escritório do Instituto para obter login e senha de acesso ao sistema, caso ainda não possua.
Durante a comprovação da vacinação, os produtores também devem informar os nascimentos e as mortes de animais ocorridos na propriedade desde a última atualização do rebanho. (*Fonte: AssCom Idaf)





