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As exportações destinadas à Venezuela foram as que tiveram maiores perdas, de 62,6%. Em grave crise, o país deixou de comprar principalmente carne de boi e aves.
“”A Venezuela esteve entre os cinco principais destinos do frango nacional. Com a baixa do petróleo, os negócios despencaram, e muita empresa ficou sem receber””, lembra Francisco Turra, da ABPA (de proteína animal).
O setor deixou de contar com o mercado venezuelano para crescer, sobretudo em Estados brasileiros que dependem desses produtos, diz.
Quase metade das perdas do exportador gaúcho pode ser atribuída à Venezuela e à Rússia, que cortaram a compra de carne, diz Heitor José Mü,ller, da Fiergs (das indústrias do Rio Grande do Sul).
O comércio com todas as economias do bloco piorou no período. Na Argentina, segunda grande sócia do Mercosul, a retração foi de 1,8%, amortecida pelo resultado positivo do setor automobilístico.
“”As commodities passam por um ciclo ruim, e esses países estão com menos recursos para comprar do Brasil. O Paraguai se sai melhor, tem flexibilizado impostos e atraído investimentos””, diz Lia Valls, da Fundação Getulio Vargas.
A troca com a Argentina deverá crescer, mas dependerá do câmbio, diz José Augusto de Castro, da AEB (associação de comércio exterior). “”O real se valoriza, e o peso argentino cai. É preciso uma política que olhe para os vizinhos.””
Fonte: Portal do Agronegócio





