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A avaliação é de Marcus Magalhães, da MarosCorretora. Na média, Marcus estima a colheita em mais de 60% no estado.
Segundo Magalhães, a colheita do conilon segue confirmando a quebra da safra, complicada. “E os estoques estão baixíssimos ”, descreve. Para ele, a produção de conilon no estado deve ficar abaixo de 5,0 milhões de sacas. E o clima segue seco, sem floradas ainda, o que já poderia estar acontecendo. Com a falta de chuvas, a safra do ano que vem já está comprometida, segundo Magalhães, sendo necessárias chuvas agora para salvar a safra seguinte, de 2018.
Comercialização
As vendas estão muito lentas no Espírito Santo. Para o conilon, resta quase nada a vender da safra de 2015. Da safra 2016, Magalhães estima que 40% da safra foi vendida no físico ou para entrega futura. Para o arábica, resta 10% a 15% da produção a vender, enquanto da safra 2016 cerca de 20% a 25% da safra colhida foi comercializada.
Fonte: Portal do Agronegócio





