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A broca-do-abacate, denominada cientificamente de Stenoma catenifer, é um fator limitante para o cultivo deste no fruto no Brasil. Por isso, quando o controle desta praga se torna ineficiente, as consequências englobam grandes prejuízos econômicos ao produtor e, em casos mais graves, até o abandono das áreas de colheita. Assim, o conhecimento de medidas eficazes e eficientes é essencial para minimizar os impactos nas plantações de abacate.
Como ela se propaga na produção?
A praga penetra no fruto a partir de uma pequena rasura na casca e se alimenta da polpa até encontrar a semente. Ao atingi-la, o abacate entende fisiologicamente que já está maduro o suficiente e acaba caindo da árvore. Então, é essencial que seja recolhido todos os frutos que caírem e possuírem algum vestígio dessas pequenas lagartas, para que não ocorra a proliferação no restante da produção.
Além disso, é importante também se manter atento aos pomares, porque as lagartas podem tornar os frutos que ainda estão na árvore imprestáveis para comercialização e consumo. De acordo com o agrônomo Maurício Fornazier, “este é um problema muito comum em todos os plantios de abacate e esta praga gosta, principalmente, de colocar seus ovos nas regiões mais altas da plantação”.
Portanto, é necessário utilizar a aplicação de produtos de controle nas produções. O principal método empregado no controle da broca-do-abacate é o químico, no qual são utilizados inseticidas do grupo piretróides. Mas também pode ser realizada pulverizações preventivas, ou seja, antes da penetração das lagartas nos pés do fruto e, no caso das variedades quintal e margarida, uma única pulverização pode ser capaz de resolver o problema, já que elas são mais resistentes aos ataques das brocas.



