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Aprodução brasileira de mamão esteve elevadanas principais regiões produtoras no mês passado, cenário quepoderia ter favorecido as exportações nacionaisda fruta. Porém, as novasrestrições na logística aérea internacional, sobretudo por parte dos países da Europa &ndash, principais compradores do mamão brasileiro &ndash,, limitaram os envios no período.
Em janeiro/21, ovolume exportado pelo Brasilfoi de 3,78 mil toneladas, queda de 15% em relação a dezembro/20 e de 10% frente a janeiro/20, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Vale destacar que os envios em janeiro edezembro do ano passadoforam recordes, em quantidade embarcada, para estes meses.
As restrições logísticas, vale lembrar, se dão comomedida de combate à expansão da nova variante do coronavírusidentificada no Brasil. Assim, houvelimitações e/ou paralisaçõesde voos comerciais para Holanda, Espanha e Portugal, por exemplo &ndash, países que, juntos, compraram quase metade do volume total de mamão exportado em 2020.
No mês passado, ainda de acordo com a Secex, osprincipais estados exportadoresforam:Espírito Santo, responsável pelo envio 49% do volume total, Rio Grande do Norte, com 18%, e Bahia, com 15% &ndash, dinâmica semelhante à do ano passado, com exceção da participação do RN, que era um pouco maior.
Agentes consultados pelo Hortifruti/Cepea relataram que, até que essas restrições permaneçam ativas, asexportações brasileiras de mamão poderão ser impactadas. Na Espanha e em Portugal, por exemplo, as medidas de controle foram prorrogadas até o início de março, segundo agências de notícia.




