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Por Claudemir Zafalon
Os mercados globais respiraram aliviados após o ex-presidente Donald Trump sinalizar um recuo na escalada tarifária, trazendo um tom mais ameno às tensões comerciais. A mudança de postura contribuiu para a estabilização dos preços de ativos nas bolsas, que vinham sofrendo forte pressão nos últimos dias.
No mercado futuro, o contrato de julho — agora o mais líquido — apresentou grande volatilidade. Os preços oscilaram entre a mínima de US$ 8.014 e a máxima de US$ 8.491 por tonelada, encerrando o dia a US$ 8.074, com recuo de US$ 243. O volume total negociado foi de 40.421 contratos, com 16.208 negócios registrados. O interesse em aberto recuou em 1.061 posições, totalizando agora 92.901 contratos.
Enquanto isso, os estoques certificados nos portos dos Estados Unidos, monitorados pela ICE, subiram 10.646 sacas, alcançando 1.878.823 sacas no total. Esse aumento pode exercer pressão adicional sobre os preços nos próximos dias, especialmente se vier acompanhado de boas perspectivas de produção.
No câmbio, o contrato futuro do real frente ao dólar, com vencimento em 30 de abril de 2025 e negociado na CME, operou em baixa, cotado a US$ 5,882, refletindo a valorização da moeda norte-americana diante de um cenário global ainda incerto.
O mercado também volta as atenções para dois eventos importantes no calendário: no dia 17 de abril serão divulgados os dados de moagem do primeiro trimestre de 2025, informação que pode influenciar diretamente o comportamento dos contratos futuros. Já a liquidação física do contrato de maio está prevista para começar no dia 24 deste mês.




