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Por mais um ano consecutivo, a Caterpillar &ndash, fabricante americana de máquinas e motores &ndash, foi eleita a Melhor Empresa para Trabalhar no Brasil. A gigante aterrissou em solo nacional em 1954 e, desde então, tem atuado tanto na parte de infraestrutura, quanto no agronegócio.
A multinacional se enquadra na categoria “Grande Porte ”, com mais de mil funcionários, e tem uma política de transparência. “A empresa incentiva conversas francas entre líderes e funcionários sobre aspirações de carreira e oportunidades de desenvolvimento relacionadas ”, diz Silvia Rovina Pereira, gerente de Recursos Humanos da Caterpillar Brasil.
Com a premissa que um ambiente diversificado é benéfico para novas ideias que geram melhores resultados, a Caterpillar incentiva a diversidade. No processo de recrutamento, não mais solicita informações pessoais, como sexo, raça, idade e endereço, mas apenas sobre a formação educacional para garantir que o candidato atenda os requisitos para o cargo. A multinacional também possui um programa interno de divulgação de vagas.
“As unidades de negócios no Brasil fazem parte do sistema global de recrutamento, nossos funcionários podem se candidatar a empregos em qualquer lugar do mundo ”, diz a gerente.
Além dos benefícios habituais &ndash, assistência médica e odontológica -, a empresa faz o reembolso de medicamentos e tem o Programa de Assistência ao Empregado (EAP).
“É um serviço de assistência psicológica, financeira, social e jurídica, que também engloba um programa de doenças crônicas, assistência maternidade, licença de maternidade e paternidade, assistência para creche, seguro de vida, transporte de ônibus da empresa, treinamento interno, programas para aquisição de bens e serviços com desconto em diversos estabelecimentos ”, explica Silvia.
A Caterpillar preza por um bom ambiente de trabalho, por isso &ndash, muito antes do coronavírus &ndash, a empresa já tinha uma política de horário flexível para os funcionários da área administrativa, bem como de trabalho remoto. A implementação do “escritório em casa ” começou em 2014, quando também foi implantada uma plataforma digital com vários recursos para auxiliar os funcionários. “A pandemia se mostrou fundamental para testar o trabalho remoto em larga escala e acelerar o uso das novas tecnologias disponibilizadas nos últimos anos ”, diz a gerente.
Na parte de desenvolvimento de funcionários, a companhia tem diversos programas de treinamentos, também oferece subsídios para cursos de idiomas e pós-graduação e tem plataformas de e-learning. “Trabalhamos no conceito de deep expertise, conhecimento aprofundado, que aloca recursos para cursos técnicos, congressos e seminários ”, acrescenta. E para reforçar o pilar da participação, a Caterpillar tem o “Café com o Presidente ”, em que qualquer colaborador pode se inscrever para participar e fazer perguntas ao dirigente.
A gigante tem um portfólio com mais de 260 modelos de equipamentos e motores fabricados em território nacional. No agronegócio, são 55 entre carregadeiras de rodas, minicarregadeiras, escavadeiras hidráulicas, motoniveladoras, tratores de esteiras, retroescavadeiras e compactadores fabricados nas unidades de Piracicaba (SP) e Campo Largo (PR).
“Toda a linha nacional está habilitada para financiamento pela modalidade do Finame Agrícola e, também pode ser adquirida com recursos do Banco Caterpillar e pela modalidade de consórcio ”, diz Odair Renosto, presidente da Caterpillar Brasil.
No campo, a empresa tem forte presença no setor florestal, vem ganhando espaço com as carregadeiras de rodas, como a 938K, desenhada para atender o setor sucroalcooleiro, com um pacote de acessórios específicos para as atividades em usinas de açúcar e etanol.
Além disso, a Caterpillar vem ampliando as vendas no agro da chamada linha amarela, de máquinas de construção. São carregadeiras, retroescavadeiras e tratores de esteira cada dia mais adotados para tarefas como manutenção de estradas rurais, abertura de curvas de nível e limpeza de terrenos porteira adentro. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o agro hoje já consome entre 25% e 30% dos produtos de construção produzidos no Brasil.




