Mais lidas 🔥

Cacau Fest
Tombo do chocolate promete atrair público no maior evento do cacau no ES

Lucas Souza Alves, jovem do Caparaó, especialista em cafés, morre aos 24 anos em grave acidente

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 20 de agosto

Premiação internacional
Do cafezal ao Vale do Silício: capixaba conquista prêmio internacional com invenção

Alerta de vendaval
Vendaval pode atingir 71 municípios do Espírito Santo neste sábado; veja as cidades em alerta
Ao completar 69 anos neste 19 de julho, o Banco do Nordeste alcança recordes históricos em suas aplicações na Região. Somente nos últimos três anos (2018-2020), o BNB investiu R$ 125,8 bilhões na economia regional, contribuindo para melhorar a vida das pessoas e dar sustentabilidade aos empreendimentos.
No mesmo período, especificamente para microempreendedores urbanos e rurais, os investimentos totalizaram R$ 39 bilhões por meio dos programas Crediamigo e Agroamigo, e beneficiaram todos os setores e segmentos da área de atuação da instituição, integrada pelos estados do Nordeste e do norte do Espírito Santo e de Minas Gerais.
Em 2020, primeiro ano da crise sanitária gerada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19) e que atingiu a economia global, o Banco do Nordeste investiu, no total, mais de R$ 40 bilhões, dos quais R$ 25,8 bilhões oriundos do FNE, principal funding da instituição, correspondendo a 711 mil operações de crédito. Apesar do cenário inédito, em número de operações, o incremento foi de 25%, em relação ao exercício anterior (2019).
Dos recursos do FNE, em 2020, mais de R$ 20 bilhões beneficiaram empreendimentos localizados em municípios de Baixa Renda e Média Renda, áreas consideradas prioritárias na Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), e R$ 14 bilhões foram alocados no Semiárido, área estratégica para o BNB.
Destacam-se, ainda em 2020, R$ 3 bilhões aplicados pelo FNE Emergencial, linha de crédito criada para ajudar os empreendedores a superarem as consequências da pandemia, bem como os R$ 5,4 bilhões destinados aos financiamentos inseridos no chamado Crédito Verde, segmento importante que reforça a atenção do Banco do Nordeste à agenda ASG (Ambiental, Social e Governança).
Linha ascendente
O Banco do Nordeste mantém, em 2021, o mesmo recorde de aplicações na economia regional e já investiu, nos seis primeiros meses do ano, R$ 20,3 bilhões. Não obstante o cenário inédito, por conta da pandemia, os investimentos cresceram 11,3% em relação a igual período do exercício anterior, quando o BNB contratou R$ 18,2 bilhões.
Desse total, R$ 12,5 bilhões, equivalentes a 320 mil operações, são oriundos do FNE, enquanto R$ 8 bilhões destinaram-se exclusivamente a microempreendedores urbanos e rurais, por intermédio do Crediamigo, maior programa de microfinança urbana da América do Sul, e do Agroamigo, que beneficia agricultores familiares. Os dois programas totalizam cerca de 2,5 milhões de operações de crédito.
Impactos
Exemplo da repercussão desses investimentos é a estimativa de impactos, em 2020, com recursos do FNE, na área de atuação da empresa: geração ou manutenção de aproximadamente 1,4 milhão de empregos, aumento de R$ 8,7 bilhões na massa salarial, assim como o incremento de R$ 4,8 bilhões na arrecadação tributária, de R$ 53,3 bilhões no Valor Bruto da Produção e de R$ 30,3 bilhões no Valor Adicionado à Economia.




