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Os contratos futuros do café desceram a ladeira nesta semana no mercado internacional, acumulando quatro quedas consecutivas desde a segunda-feira, 14 de setembro. Analistas sugerem que o movimento foi puxado pelas previsões de chuvas no cinturão cafeeiro do Brasil neste fim de semana.
Segundo a Somar Meteorologia, no domingo, um sistema frontal, associado a uma frente fria, avança e ocasiona chuva na Região Sudeste. O serviço aponta precipitações em metade do Sul de Minas Gerais e nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, além de queda das temperaturas motivada por uma massa de ar mais frio.
No início da próxima semana, a chuva permanece em São Paulo, Triângulo Mineiro, metade sul de Minas Gerais e entre o Rio e o Espírito Santo. Por enquanto, a única área que permanece com tempo firme é o norte mineiro, onde continua a sensação de calor diante de sol entre poucas nuvens.
Na Bolsa de NY, o vencimento dezembro/2020 do café arábica acumulou fortes perdas de 1.445 pontos, encerrando a sessão de ontem a US$ 1,18 por libra-peso. Na ICE Europe, o vencimento novembro/2020 do robusta fechou a US$ 1.387 por tonelada, registrando declínio de US$ 46 na semana.
Em relação ao câmbio, o dólar comercial caiu 1,9% no acumulado semanal até ontem. A moeda foi pressionada pelo desfecho da reunião de política monetária do Federal Reserve (FED, banco central dos EUA), que não deverá elevar a taxa de juros no curto prazo.
No mercado físico, as cotações acompanharam o desempenho internacional e também recuaram, o que afastou os vendedores do mercado. Os indicadores calculados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) para as variedades arábica e conilon se situaram em R$ 554,16/saca e R$ 385,22/saca, registrando perdas de 6,5% e 3,4%, respectivamente.



