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Enquanto grandes empresas e consórcios do setor público nos Estados Unidos, Canadá, China, Europa e Austrália estão trabalhando a toda velocidade para o desenvolvimento de uma vacina cultivada em plantas transgênicas de tabaco, um grupo de pesquisadores de uma universidade mexicana trabalha com o mesmo objetivo, só que através do tomate. Uma abordagem menos conhecida para a produção de antígenos e vacinas em larga escala é o uso de plantas como biofábricas, geneticamente modificadas para produzir, por exemplo, partículas semelhantes a vírus ( VLPs ), que são proteínas estruturais destes.
Embora as vacinas produzidas nas plantas tenham certas vantagens sobre as vacinas convencionais, sua via de administração continua sendo por injeção parenteral. Nesse cenário, os cientistas estão se indagando sobre uma forma de fazer com que a vacina seja comestível.
Embora algo assim ainda não exista no uso clínico, não é novo em termos experimentais, uma vez que desde os anos 90 vários grupos de pesquisa têm trabalhado na modificação de plantas e frutas comestíveis que geram uma resposta imune no epitélio intestinal dos animais após ingestão oral. As culturas modificadas (experimentais) para criar “vacinas comestíveis ” variam de batata, tomate, alface, mamão, cenoura, arroz, a quinoa, alfafa, banana e alga.
“O desenvolvimento de uma vacina comestível contra o SARS-CoV-2 até agora tem sido uma alternativa pouco explorada, embora os benefícios sejam evidentes. Sob essa premissa, esse problema seria resolvido com o foco de desenvolver uma proteína de fusão com as características de uma vacina a ser expressa em plantas de tomate ”, Daniel Garza, do Instituto de Biotecnologia da Universidade Autônoma de Nuevo León (UANL), no México. (*Autoria: Leonardo Gottems | Agrolink)




