Mais lidas 🔥

Alerta meteorológico
Espírito Santo entra em alerta duplo para chuvas intensas; veja as cidades afetadas

Inovação na cafeicultura capixaba
Clones de café revolucionam lavouras no ES e aumentam renda de produtores

Clima
Chance de El Niño em 2026 aumenta e já chega a 62%, dizem modelos

Agro feminino
Mulheres do agro ganham destaque em homenagem em Minas Gerais

Pesquisa e tecnologia
Tecnologia com ozônio chega ao mercado para reduzir micotoxinas em grãos
Pesquisas desenvolvidas a partir de anticorpos produzidos em ovos de galinha podem conduzir a testes mais rápidos e eficientes para o diagnóstico da Covid-19. Ou &ndash, como afirmam Burce Rathgeber, professor associado do Centro de Pesquisa de Aves do Atlântico (Halifax, Canadá) e Jonathan Zuccolo, Presidente da AffinityImmuno (Charlottetown, Canadá) &ndash, “a proposta é utilizar o sistema imunológico do frango para produzir anticorpos contra o vírus da Covid-19 ”.
De acordo com o Presidente da AffinityImmuno (empresa que, em seu site, afirma já estar produzindo os primeiros anticorpos contra a Covid-19), as pesquisas ora em desenvolvimento procuram determinar se, injetadas nas aves, as proteínas dos Spikes do coronavírus produzirão anticorpos úteis no desenvolvimento de testes de diagnóstico da presença do vírus em seres humanos.
Zuccolo também observa que as galinhas são a ferramenta mais eficiente nas pesquisas envolvendo antígenos proteicos para humanos e outros mamíferos: “comparativamente a outros animais &ndash, por exemplo, coelhos &ndash, a galinha pode produzir quantidade muito maior de anticorpos. Além disso, os anticorpos são colhidos da gema do ovo, ou seja, não precisamos coletar sangue como faríamos ao utilizar mamíferos como coelhos ou cobaias ”.
Por fim, ele destaca que, normalmente, um ovo pode produzir cerca de meio miligrama de anticorpo, volume suficiente para a produção de mil testes do vírus. E a operação via ovos de galinha resulta em um anticorpo de altíssima pureza, utilizável em uma ampla gama de aplicações.




