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Nem é preciso recall para saber quais marcas do agro são as queridinhas do capixaba. A Safra ES selecionou quatro dentre as empresas mais tradicionais do Espírito Santo para mostrar como elas mantêm a preferência do consumidor em um mercado altamente competitivo.
A escolha não foi aleatória. Diante de um cenário tão desafiador como o de 2020, a revista receber o apoio das cooperativas Agrária de Cafeicultores de São Gabriel (Cooabriel) e de Laticínios de Cachoeiro de Itapemirim (Selita), a Cofril e a Proteinorte Alimentos S/A, das marcas “Xiken ” e “Kifrango ”, demonstra a parceria dessas marcas com veículos de comunicação como a Safra e o compromisso com o produtor rural.
Quando uma empresa é importante no segmento em que atua, a preocupação vai além do fator financeiro. E apoiar publicações como a Safra ES faz toda a diferença neste momento.
Cooabriel, Selita, Cofril e Proteinorte se destacam pela qualidade dos produtos oferecidos, da credibilidade conquistada ao longo dos anos, pela inovação e também dos investimentos, mesmo durante a pandemia (Você vai conhecer um pouco da história de cada uma nos próximos dias).
As marcas do agro estão aí para mostrar a força da indústria alimentícia estadual. Cada empresa, com seu nicho de mercado, reafirma a identidade capixaba e se torna uma verdadeira paixão. Ao escolher o que vai levar para a mesa, o consumidor mais uma vez está em busca de valorizar os seus símbolos. Inclusive aqueles estampados nas embalagens de café, lácteos e carnes.

“Quando entramos no supermercado, são poucos os produtos que não têm marca. É muito recente, por exemplo, vermos marca em carne. Algumas áreas do agro puderam avançar mais, que o diga o setor de lácteos. Hoje, você já escolhe um leite longa vida ou um queijo muçarela ou coalho pela marca. Marca é agregar valor, é poder cobrar mais pelo seu produto porque o cliente reconhece essa marca por uma questão de valor ”, destaca o consultor e ex-secretário de Estado da Agricultura, Octaciano Neto.
Octaciano cita o exemplo da Cofril. Para ele, o Espírito Santo é um dos poucos lugares do Brasil onde a linguiça da marca é mais cara que a da Seara. “O consumidor capixaba reconhece a Cofril como produto superior e paga mais por isso. Então, a reflexão é nós do agro percebermos que investir em marca não é despesa, é agregação de valor. Isso que você paga mais é suficiente para remunerar a sua marca. A maioria do agro ainda é pouco reconhecida. Enquanto as indústrias investem em marketing, os pequenos produtores de forma geral não o fazem ”, avalia.

O diretor superintendente da Proteinorte,Elder Marim, afirma que para ter credibilidade é preciso trabalhar com transparência e honestidade. “Precisamos sempre nos adaptar ao mercado, mas respeitar os princípios básicos e as regras de industrialização é fundamental para ter sucesso no setor de alimentos. Na Proteinorte tudo é feito com muita dedicação e cuidado e acredito que os clientes percebem todo esse amor que temos pela avicultura. Dentro das nossas embalagens vai muito mais que um frango, vai um alimento saudável, nutritivo e saboroso que preparamos todos os dias com muito orgulho ”, afirma.





