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Conforme o Conselho Nacional do Café (CNC) anunciou na semana passada, os repasses dos recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) tiveram início na sexta-feira, 5 de junho, antecipando o prazo das liberações em quase dois meses, já que normalmente a operação começa entre o fim de julho e o início de agosto.
A primeira instituição financeira que assinou o contrato com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para receber o capital do Funcafé foi o Banco Ribeirão Preto, que dispõe de um total de R$ 180 milhões para aplicação nas linhas de financiamento de Custeio, Estocagem, Aquisição de Café (FAC) e Capital de Giro para cooperativas, indústrias e exportadores.
O presidente do CNC, Silas Brasileiro, comenta que os próximos contratos serão publicados em breve, pelo governo federal, no Diário Oficial da União.
“Nos próximos dias, os demais agentes deverão receber os valores que demandaram do Funcafé, possibilitando que produtores acessem os recursos, honrem sua folha semanal de pagamento e possam armazenar sua safra, comercializando-a ao longo dos 12 meses e não nesse período de intensificação de colheita, quando os preços tendem a ficar mais aviltados”, explica.
Para a safra 2020, o Funcafé conta com orçamento recorde de R$ 5,71 bilhões, distribuídos em R$ 2,3 bilhões para Estocagem, R$ 1,6 bilhão para Custeio, R$ 1,15 bilhão para FAC, R$ 650 milhões para Capital de Giro, e R$ 10 milhões para Recuperação de Cafezais Danificados. Confira, abaixo, os agentes financeiros credenciados para operarem os recursos.





