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Quatro novos casos de gripe aviária de alta patogenicidade (IAAP ou vírus H5N1) foram detectados no Brasil. Segundo dados do Ministério da Agricultura, agora são 57 aves contaminadas, sendo 56 silvestres e uma em produção de subsistência constatada no Espírito Santo. Além disso, há outras 15 infecções em investigação.
Os focos confirmados estão no Espírito Santo, Bahia, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Em Roraima, Amazonas, Pará, Tocantins, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais há investigação em andamento. Ao todo, a pasta já investigou 1.455 focos, sendo 305 com coleta de amostras.
As principais espécies afetadas são o trinta-réis-de-bando, trinta-réis-real, trinta-réis-de-bico-vermelho, atobá-pardo, biguá, carcará, cisne-de-pescoço-preto, corujinha-do-mato, fragata, gaivota-de-cabeça-cinza, gaivota-maria-velha, ganso, gavião-carijó, gavião-preto e trinta-réis-boreal.
As notificações em aves silvestres ou de subsistência não comprometem o status do Brasil como país livre de gripe aviária. Além disso, não geram restrições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros, conforme prevê a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).




