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Betina Marques

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Cooperativismo e associativismo rural

por Betina Marques

em 17/10/2019 às 16h15

2 min de leitura

Você sabia que em 1844, na Inglaterra, foi criada a primeira cooperativa?

É sabido que são diversos os entraves enfrentados pelas atividades do agronegócio: pouca infraestrutura, altas tributações e taxas de câmbio, barreiras comerciais, questões ambientais e sanitárias, dificuldades em obtenção do crédito rural, pouca tecnologia no campo, etc. Neste cenário, a cooperativa e a associação surgiram como mecanismo facilitador para que os pequenos produtores se unam e possam competir em pé de igualdade com os grandes produtores.

Hoje, no Brasil, existe um órgão específico responsável pelo fomento e defesa do sistema cooperativista, é a OCB, Organização das Cooperativas Brasileiras, na qual apresenta o cooperativismo como solução para um mundo mais justo, equilibrado e com melhores oportunidades para todos.

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Em 564 municípios brasileiros, as cooperativas de crédito são as únicas instituições financeiras locais.

48% de toda a produção agrícola brasileira passa de alguma maneira por uma cooperativa agropecuária.

A principal diferença entre cooperativa e associação está na natureza dos dois processos. As associações têm como finalidade a promoção de assistência social, educacional, cultural, representação política, defesa de interesses de classe, etc. Enquanto as cooperativas têm um objetivo essencialmente econômico, e seu principal foco é viabilizar o negócio produtivo dos associados no mercado, além de ser o meio mais adequado para desenvolver uma atividade comercial em média ou grande escala e de forma coletiva.
E você, já é associado/cooperado?

Foto capa por (*Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento)



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