Mais lidas 🔥

Venda Nova do Imigrante
Festa da Polenta não será realizada este ano

Ventos costeiros
Inmet emite aviso de vendaval para 31 cidades do Espírito Santo; veja os municípios em alerta

Identidade capixaba
Feira dos Municípios 2026 destaca cultura dos 78 municípios do ES

Alfredo Chaves
Alfredo Rural: destaca cultivo de caqui e batata-baroa

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 11 de maio

Os atuais patamares recordes reais da arroba do boi gordo vêm melhorando as contas do pecuarista terminador, mesmo em um cenário de valorização contínua do bezerro. Em abril, a relação de troca ficou mais favorável ao produtor, que precisou de menos arrobas para comprar um animal de reposição, no melhor resultado dos últimos 12 meses.
Até o dia 14 de abril, o Indicador Boi Gordo Cepea/Esalq, referente ao estado de São Paulo, registrou média de R$ 363,82 por arroba. O valor representa avanço de 13% em relação à média de janeiro e de 14% frente a abril de 2025, em termos reais, considerando a série deflacionada pelo IGP-DI de março de 2026. Segundo pesquisadores do Cepea, a média atual está praticamente no mesmo nível do recorde real observado em novembro de 2011, quando a arroba atingiu R$ 364,82.
No mercado de reposição, o Indicador Cepea/Esalq do bezerro nelore, de 8 a 12 meses, em Mato Grosso do Sul, apresentou média de R$ 3.316,71 em abril. O preço subiu 7,43% em comparação com janeiro deste ano e avançou 19,45% frente a abril de 2025. Apesar da alta, o valor ainda segue abaixo do recorde real da série, registrado em abril de 2021, quando o indicador alcançou R$ 3.610,13.
Com esse movimento, dados do Cepea mostram que o pecuarista terminador paulista precisou de 9,12 arrobas para adquirir um bezerro sul-mato-grossense em abril. Trata-se da melhor relação de troca desde abril do ano passado, quando eram necessárias 8,71 arrobas para a mesma compra. O resultado confirma que a valorização da arroba tem conseguido compensar, ao menos por ora, o encarecimento do animal de reposição.




