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A Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) recebeu, na última semana, a versão oficial do Plano Estadual de Produção Agroecológica e Orgânica (PLEAPO). O documento foi apresentado pela Comissão da Produção Orgânica do Espírito Santo (CPORG).
O Plano é o principal instrumento da Política Capixaba de Agroecologia e Agricultura Orgânica, estabelecida pela Lei 10.951/18, com os objetivos de integrar, articular e adequar políticas, programas e ações voltadas para o desenvolvimento da agroecologia e agricultura orgânica no Estado.
A metodologia de elaboração do PLEAPO foi concebida de modo a promover o máximo de participação social no processo de construção do plano. Desde as primeiras formulações do documento, o caráter participativo buscou tanto qualificar as estratégias e ações definidas no âmbito do Plano quanto articular o conjunto de atores em torno da implementação do plano.
A construção do Plano Estadual de Produção Agroecológica e Orgânica foi coordenada pela Seag e pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), contando com a participação de mais de 300 atores sociais que representaram instituições atuantes na perspectiva da agroecologia de todas as regiões do Espírito Santo.
“A agroecologia e a agricultura orgânica capixaba têm uma história de luta, dedicação, persistência e superação. É necessário estimular esse setor, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida das pessoas, do campo e das cidades. Agora, com o documento em mãos, teremos um norte para colocar em prática nas nossas ações”, disse o secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Paulo Foletto
O PLEAPO poderá contribuir para que a agroecologia seja compreendida na totalidade, elevando a importância deste setor para além de apenas mais uma cadeia produtiva, mas como um dos fios condutores do processo de desenvolvimento rural sustentável do Estado.
“O plano é uma conquista dos agricultores e agricultoras agroecológicos/orgânicos capixabas, e sua construção envolveu um conjunto de atores sociais que fazem a agroecologia capixaba, atores estes que têm agora o desafio de colocar em prática, seja executando, seja cobrando, a implementação dos objetivos e estratégias indicadas no PLEAPO”, destacou o coordenador do projeto, Luciano Fasolo.





