Mais lidas 🔥

Produção de peixes
Gigante da tilápia: cooperativa finaliza unidade com capacidade para 20 toneladas diárias

Chance de El Niño forte ou muito forte cresce e acende alerta para 2026

Agricultura familiar
Projeto Mulheres do Cacau implanta sistemas agroflorestais e unidades de beneficiamento de amêndoas

Chuva atípica pode superar média de junho no Sudeste e Centro-Oeste antes do inverno

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 08 de junho

A Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu, na segunda (22), para definir com as federações estaduais um conjunto de medidas emergenciais de apoio aos produtores de soja e milho impactados por questões climáticas na safra de grãos 2023/2024.
A CNA vai apresentar as demandas na próxima reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Soja, que está marcada para o dia 30 de janeiro.
As medidas emergenciais incluem: prorrogação de prazos de reembolso da contratação de crédito de custeio e investimento com as mesmas condições e encargos financeiros acordados inicialmente; atualização dos preços mínimos do milho e do trigo; e a regulamentação do fundo de catástrofe (Lei Complementar nº 137/2010), em paralelo à modernização do seguro agrícola para grãos.
No encontro, os representantes relataram a situação atual com os problemas decorrentes do clima e apontaram medidas urgentes que precisam ser implementadas. O presidente da Comissão, Ricardo Arioli, destacou que o momento é muito desafiador para os produtores de soja e milho no Brasil.
“Temos várias áreas críticas com a instabilidade climática, com quebras de safras regionalizadas, afetando e prejudicando os produtores rurais. Precisamos com urgência dessas medidas emergenciais”, defendeu Arioli.
Ainda segundo Arioli, “essas medidas que a CNA deve propor ao governo, em conjunto com as Federações e principais setores da cadeia, visam socorrer os produtores rurais e estimular o plantio da segunda safra”.





