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A economia brasileira avançou 2,2% no segundo trimestre de 2025, em relação ao mesmo período de 2024, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados na terça-feira (2). O resultado foi fortemente impulsionado pela agropecuária, que cresceu 10,1%, refletindo ganhos de produtividade em lavouras estratégicas, especialmente milho e soja.
“O crescimento interanual do primeiro trimestre já foi significativo. O clima favorável explica as estimativas recordes para a safra de milho e de soja, que puxam esses bons resultados da agropecuária”, avaliou Rebeca, economista ouvida pelo levantamento.
Na comparação acumulada, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,5% no semestre e 3,2% em quatro trimestres.
O setor industrial registrou alta de 1,1%, com destaque para as indústrias extrativas (8,7%), impulsionadas pelo aumento na produção de petróleo, gás e minério de ferro. A construção civil teve leve variação positiva (0,2%), enquanto a indústria de transformação ficou estável (0,0%), equilibrando altas em metalurgia, química e têxtil com quedas na produção de caminhões, ônibus, derivados de petróleo, alimentos e medicamentos. Já o segmento de eletricidade, gás, água e resíduos caiu 4,0%, influenciado pelo recuo no consumo e pelas tarifas mais elevadas.
Nos serviços, houve avanço de 2,0%, com resultados positivos em todos os segmentos: informação e comunicação (6,4%), atividades financeiras (3,8%), outros serviços (2,7%), atividades imobiliárias (2,2%), transporte e correios (1,3%), comércio (0,9%) e administração pública, saúde e educação (0,2%).
Sob a ótica da demanda, o consumo das famílias cresceu 1,8%, sustentado pelo aumento da massa salarial real, maior oferta de crédito e transferências de renda. O consumo do governo também subiu (0,4%), enquanto os investimentos avançaram 4,1%, impulsionados pela importação de bens de capital e pelo desenvolvimento de software.
No setor externo, as exportações aumentaram 2,0%, com destaque para veículos automotores, petróleo e gás, metalurgia e máquinas elétricas. Já as importações cresceram 4,4%, puxadas por produtos químicos, máquinas e equipamentos, farmacêuticos e aparelhos elétricos.





