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Se ficar frente a frente com uma coruja da espécie murucututu-de-barriga-amarela (Pulsatrix koeniswaldiana) em meio a natureza já é algo incomum, imagine então encontrar um casal da ave no mesmo galho? E se de repente acontecer um acasalamento dessa espécie rara bem na sua frente?
Essa experiência um tanto quanto inusitada foi vivida por um grupo de pesquisadores e participantes da corujada, que aconteceu na sexta-feira, dia 15 de agosto, durante a 5ª Feira de Experiências do Turismo Rural (RuralturES 2025), na Fazenda Pindobas, em Venda Nova do Imigrante.
Vídeo: @pietrovicosioficial
A intenção, segundo a bióloga e ornitóloga Claudia Pimenta, era apenas entrar na trilha, à noite, e escutar as corujas. Até encontrar as aves foi preciso paciência.
“Ficamos parados mais de meia hora até ouvir o som da coruja. Quando ouvimos percebi que era a vocalização de dueto e avistamos o casal no mesmo galho, o que é muito raro. Do nada partiram para o acasalamento”, contou.
A bióloga, que atua na área há quase 20 anos, disse que foi a primeira vez que presenciou a cena.
“A murucututu é a espécie que mais me conecto na natureza. Quando entro na mata eu consigo sentir se tem uma por perto. Foi uma emoção única presenciar o acasalamento e ainda mais dividir isso com um grupo de pessoas que estavam lá observando, e não apenas a minha equipe. Para mim foi como ganhar uma premiação”, salienta.
Claudia explica que é raro ver na natureza a murucututu por se tratar de uma espécie que tem uma população pequena. “No Brasil temos registro dela em apenas em sete estados, no bioma Mata Atlântica. E o Espírito Santo é um deles”.






