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A confirmação de um caso de influenza aviária em produção comercial no Sul do Brasil elevou o nível de alerta no setor avícola do Espírito Santo ao patamar máximo. Segundo a Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (Aves), o momento é de intensificar as medidas de biosseguridade nas granjas capixabas, visando a proteger a produção local de qualquer risco de contaminação.
O cuidado deve ser ainda maior neste momento, explicou a associação, já que é período de migração de aves silvestres, um fenômeno natural que traz um fluxo de aves provenientes do Hemisfério Norte, aumentando potencialmente as chances de disseminação da doença.
Em nota, a Aves informou que no Espírito Santo, assim como em todo o Brasil, a avicultura comercial vem adotando medidas rigorosas de biosseguridade desde o 1º foco em aves silvestres em 2023.
As orientações têm como objetivo proteger as granjas comerciais e evitar a introdução e disseminação da doença. “Reforçamos nosso compromisso com a proteção da avicultura capixaba e nacional, e lembramos que a situação em questão – assim como qualquer outra ocorrência de enfermidade em aves – não representa qualquer risco ao consumidor final”, esclarecem.
As ações de biossegururidade incluem:
Controle rigoroso de acesso às propriedades avícolas, com restrição de visitantes e veículos;
Uso obrigatório de roupas e calçados exclusivos para acesso de pessoas;
Realização de vazio sanitário para o acesso de pessoas;
Lavagem e desinfecção de veículos e equipamentos antes da entrada nas granjas;
Monitoramento constante da saúde das aves e notificação imediata de qualquer suspeita de doença;
Capacitação contínua dos produtores e trabalhadores sobre práticas de biosseguridade;
Demais medidas adotadas por meio da Portaria Mapa nº 56/2007.




