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Pesquisas recentes mostram que os biofertilizantes são uma alternativa econômica viável para a conservação e regeneração de solos agrícolas, bem como o aumento da produção. De olho nesta tendência, a Cooperativa dos Cafeicultores do Sul do Estado do Espírito Santo (Cafesul), se prepara para inaugurar uma fábrica de biofertilizantes.
A fábrica, que entrará em operação ainda este ano e tem capacidade para processar até 4 mil litros por dia, é uma iniciativa da Coordenadora Latino-americana e do Caribe de Pequenos Produtores e Trabalhadores de Comércio Justo (Clac) coproprietária do sistema Fairtrade, do qual a Cafesul é membro.
Entre os objetivos para a instalação da indústria estão a diminuição dos custos dos cooperados com fertilizantes, a promoção de uma produção ambientalmente mais sustentável e a contribuição para o aumento da soberania alimentar das famílias.
“A expectativa é que a produção de biofertilizantes promova o acesso seguro dos cooperados a insumos de baixo custo e baixo impacto negativo para o meio ambiente, e assim contribuir com a redução dos custos de produção, aumentar a resiliência econômica no longo prazo e a redução do impacto climático gerado pela produção e utilização de fertilizantes produzidos a partir dos derivados do petróleo” Renato Theodoro, presidente da Cooperativa.
A analista de certificações da cooperativa, Iohara Werneck Mendonça, explica que a fábrica vai funcionar durante todo o ano, porém, com mais ou menos produção, de acordo com os períodos do ciclo de produção do café.
“A tendência é que a fábrica funcione mais em alguns períodos do ano do que em outros. Na época da safra, por exemplo, a fábrica diminuirá o ritmo de produção, uma vez que os produtores estão fazendo a colheita e não utilização o biofertilizante”, enfatiza Iohara.
O produto auxilia no manejo de pragas e doenças das lavouras, e funciona como fungicida, acaricida, inseticida e nematicida, além de ser indutor de resistência e fertilizante.
“A primeira distribuição do produto para os cooperados será a custo zero e deve acontecer ainda este ano. As próximas entregas serão feitas a preço de custo para os cooperados”, conta a analista.
A expectativa é atingir a capacidade máxima de produção da fábrica em 2025. O custo aproximado para instalação da fábrica, construída pela Clac e a Cafesul, foi de aproximadamente R$ 108 mil reais.





