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Turismo rural no Espírito Santo: as histórias de quem está construindo a história

Um espaço dedicado a preservar e celebrar a história e a contribuição dos imigrantes italianos no desenvolvimento do estado do Espírito Santo. Este é o propósito do Museu da Imigração – MIM, a ser implantado no galpão onde funcionava o secador de café da Fazenda Pindobas, em Venda Nova do Imigrante, espaço que integra o Complexo Turístico de Pindobas.
Um protocolo de intenções com vistas à implantação do MIM foi assinado na quinta-feira (5), durante o primeiro dia da RuralturES – Feira Estadual de Turismo Rural, pelo governador Renato Casagrande, pelo superintende do Sebrae/ES, Pedro Rigo, e pelo designer Ronaldo Barbosa, responsável pela curadoria do espaço.
Barbosa explicou que a ideia é que o MIM seja um espaço colaborativo, em que as próprias pessoas, sobretudo as crianças e jovens, possam contribuir com sua construção. A expectativa é gerar grande envolvimento das escolas da região, como oportunidade de levar para a prática um trabalho pedagógico que vai além da simples exposição de peças e artigos. “A ideia é ter aqui um equipamento cultural vivo, contemporâneo, que permita que a juventude se reconheça, interaja e transforme”.
O MIM será um dos espaços do Complexo Turístico de Pindobas, onde já estão instaladas a Casa Nostra, exposição permanente que oferece aos visitantes uma experiência imersiva na cultura e tradições dos imigrantes italianos, e a sede do Polo Sebrae de Turismo de Experiência.
“Estamos reunindo na localidade de Pindobas atrações que contribuam para fomentar o turismo de maneira mais permanente e oferecendo experiência aos visitantes”, observou o superintendente do Sebrae/ES, Pedro Rigo, reforçando que o museu é mais uma dessas iniciativas.





