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O Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) e o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) apreenderam mais de 60 aves silvestres e exóticas que eram criadas, reproduzidas e comercializadas de forma ilegal no sul do Estado. As ações de fiscalização foram realizadas na semana passada, nos municípios de Ibitirama e Irupi.
Foram apreendidas 51 aves da espécie Saltator similis, popularmente conhecida como trinca-ferro, além de 21 Ring Necks, ave exótica também conhecida como periquito-de-colar. As aves estão na lista de espécies da fauna ameaçadas de extinção no Espírito Santo, conforme Decreto Estadual nº 5.237-R/2022.
Os responsáveis por manter as aves de maneira ilegal foram identificados e autuados pela Polícia Militar Ambiental. Os pássaros passaram pelo Centro de Triagem e Reabilitação (Cetras) do Iema, em Cariacica, e foram levados para o Centro de Reintrodução de Animais Selvagens (Cereias), em Aracruz, onde vão receber os devidos cuidados.
“A criação de aves ilegais gera pressão sobre os ambientes naturais, causando extinção de espécies nativas. Ao adquirir uma ave ilegal, as pessoas incentivam traficantes de aves a retirarem cada vez mais da natureza, diminuindo a ocorrência de forma natural e contribuindo para a extinção desses animais”, disse a servidora da Coordenação de Fauna do Iema, Marília Bautz.
“O trinca-ferro, por exemplo, por ser uma ave com o canto muito apreciado, acabou sendo alvo do tráfico ilegal e, atualmente, está presente na lista de aves ameaçadas de extinção no Estado. Não contribua para o tráfico ilegal de aves. Antes de adquirir uma ave, certifica-se da autenticidade no Iema. É importante se informar”, alertou Marilia Bautz.
As aves apreendidas não tinham anilha nem registro, conforme determina a legislação em vigor (Lei Estadual Complementar Nº 936/2019 e Instrução Normativa Iema Nº 06/2017).
Para ter posse regular de uma ave, o interessado poderá adquirir um animal por meio de criadouro ou empreendimento comercial legalizado, que devem ser acompanhados de nota fiscal e certificado de origem quando couber, ou deverá ser criadouro amadorista passeriforme devidamente homologado no Iema, por meio do Sistema de Controle e Monitoramento da Atividade de Criação Amadora de Pássaros (Sispass).




