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A relação de troca é vista como um indicador essencial na hora de decidir a compra de insumos e a venda do que se produziu, principalmente para o agricultor brasileiro que, mesmo com a queda dos preços das principais commodities agrícolas, ainda permanece com o seu poder de compra favorável.
Segundo o relatório do Radar Agro, da consultoria Agro Itaú BBA, o agricultor no ano passado tinha que desembolsar 63,23 sacas de 60 quilos de milho para comprar de 1 tonelada de MAP (Fosfato Monoamônico). Atualmente, para compra do fertilizante o total caiu para 41,51 sacas, estimativa está próxima ao valor histórico de 41,22 sacas. Seguindo a linha comparação, as quantidades necessárias para compra de uma tonelada de potássio e de ureia passaram, respectivamente, de 63,79 para 31,03 sacas e de 35,78 para 26,01 sacas, frente a médias históricas de 34,08 e de 27,54 sacas.
Em relação à soja, para obter uma tonelada de fertilizante de potássio (KCI) em 2022, eram necessárias 30,52 sacas. Atualmente, é preciso apenas 11,30 sacas de soja, menos que a média histórica de 17,26. Já para fosfato monoamônico, no ano passado eram necessárias 30,26 sacas de 60 quilos para adquirir uma tonelada, enquanto atualmente são necessárias 15,12, menos da média histórica, de 21,09 sacas.
Para Leonardo Sodré, CEO da GIROAgro, uma das maiores indústrias de fertilizantes do país, este é um ótimo momento para tomar uma decisão devido à excelente relação de troca. “O produtor rural deve se planejar enquanto o seu poder de compra está promissor. É preciso aproveitar esta oportunidade para garantir melhores resultados no próximo plantio”, aponta o especialista.




