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O Sicoob apresentou, oficialmente, a Agenda e o Relatório de Sustentabilidade, acompanhados de plano estratégico dos seus negócios. Os materiais convergem com as diretrizes do Banco Central do Brasil voltadas à Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática. O objetivo central da iniciativa é estruturar um ambiente de sustentabilidade sistêmica, visando integrar, de forma abrangente, as práticas sociais, ambientais e de governança (ESG) ao modelo de negócios do Sicoob.
“Vamos mobilizar todas as organizações do Sistema em torno do Pacto pelo Desenvolvimento Sustentável, acentuando o compromisso do Sicoob com as questões sociais, ambientais e climáticas, de acordo com a abordagem ESG, até 2023”, afirma Ênio Meinen, diretor de coordenação sistêmica e relações institucionais do Sicoob.
O programa inclui objetivos, metas e indicadores da Agenda; estrutura de Comitê de Sustentabilidade; Política de Responsabilidade Social; Pacto pelo Desenvolvimento Sustentável; processos de gestão de dados de sustentabilidade, além de Relatório de Gerenciamento de Riscos Sociais, Ambientais e Climáticos.
Apresentação de relatório
De acordo com Ênio Meinen, o Relatório de Sustentabilidade 2020 do Sicoob mostra, principalmente, como a instituição adaptou-se à nova realidade decorrente da pandemia e, também, como a cooperação tem auxiliado na travessia nesse período de grande adversidade. Merecem destaque as medidas de apoio creditício que vêm assegurando a resiliência econômica e financeiras dos cooperados. “Fechamos 2020 com R$ 88,7 bilhões em operações de crédito, um crescimento de 36% com relação a 2019”, conta o executivo.
Especificamente para MPEs, segmento bastante vulnerável aos impactos da pandemia, as operações tiveram incremento de mais de 50%. “São centenas de milhares de microempreendedores, pequenos e médios negócios que puderam manter e até mesmo impulsionar suas atividades, garantindo emprego e renda, principalmente pelo interior do país”.
Ainda em relação ao crédito, o Sicoob reafirma seu empenho com a adequada avaliação dos riscos socioambientais e climáticos em todas as operações, incentivando boas práticas de sustentabilidade. “Intensificaremos a alocação de recursos financeiros e técnicos para apoiar nossos cooperados em sua transição para uma economia mais sustentável, circular e de baixo carbono”, diz Ênio Meinen.
O relatório pode ser conferido na íntegra mediante acesso por meio do link: https://bit.ly/3jdImbk




