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Em mais um dia de alívio no mercado doméstico e externo, o dólar aproximou-se de R$ 5,20 caiu para o menor valor em duas semanas. A bolsa de valores teve o segundo dia consecutivo de ganhos, recuperando-se parcialmente das perdas dos últimos dias.
O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (25) vendido a R$ 5,211, com recuo de R$ 0,051 (-0,97%). A cotação chegou a subir para R$ 5,27 durante a manhã, mas despencou a partir da tarde, até fechar próxima da mínima do dia.
Esta foi a quarta queda seguida da moeda norte-americana, que caiu para o menor nível desde o último dia 10. Com o desempenho de hoje, a divisa quase reverteu a alta em agosto e passou a acumular valorização de apenas 0,03% neste mês.
O dia também foi marcado pelo alívio no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 120.818 pontos, com ganho de 0,5%. Apesar da alta de 2,34% na semana, o indicador acumula perdas em agosto, registrando queda de 0,81% no mês.
Tanto o ambiente doméstico como o externo ajudaram as negociações. No exterior, a valorização das commodities (bens primários com cotação internacional) animou os mercados. Além disso, aumentaram as expectativas de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) não terá espaço para aumentar os juros dos Estados Unidos tão cedo.
Na sexta-feira (27), o presidente do Fed, Jerome Powell, discursará na reunião de presidentes de Bancos Centrais, em Jackson Hole, devendo indicar que o órgão terá uma abordagem suave na retirada dos estímulos concedidos durante a pandemia de covid-19. Juros baixos em países avançados beneficiam países emergentes, como o Brasil.
No Brasil, o mercado ainda está repercutindo as declarações do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL). Ontem (24), Lira afirmou que o Congresso Nacional não está disposto a comprometer a responsabilidade fiscal e disse que qualquer solução respeitará o teto de gastos.
Paralelamente, o mercado reagiu à arrecadação recorde observada em julho, alinhada à recuperação da economia brasileira em 2021. A prévia da inflação oficial em agosto, que bateu o recorde para o mês desde 2002, aumentou a expectativa de que o Banco Central pode aumentar o aperto monetário no fim de setembro, o que estimularia a entrada de dólares no país.




