Mais lidas 🔥

Mudanças chegando!
Fenômeno El Niño pode se formar no inverno de 2026; saiba como ficará o clima no Brasil

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 26 de janeiro

Previsão do tempo
Domingo segue com chuva passageira e leve alta das temperaturas no Espírito Santo

Importação e custo de produção
Morango importado abaixo do custo de produção ameaça renda de produtores no ES

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 22 de janeiro
O governo do México publicou nesta segunda-feira (14/12), no website da Comissão Nacional de Melhora Regulatória (Conamer), um projeto de decreto que determina a substituição total do herbicida glifosato até 31 de janeiro de 2024. As entidades que compõem a administração pública federal deverão realizar ações para “substituir gradualmente o uso, aquisição, distribuição, promoção e importação do glifosato e agroquímicos que contenham a substância como ingrediente ativo, por alternativas sustentáveis e culturalmente adequadas”, diz o projeto. O projeto recomenda também que, a partir da entrada em vigor do decreto, entidades do governo federal não utilizem, distribuam, promovam ou importem o glifosato.
A Bayer, que fabrica o herbicida Roundup, à base de glifosato, foi processada nos últimos anos por milhares de pessoas nos Estados Unidos que alegam que o glifosato causa câncer. Após sofrer derrotas em três julgamentos, a companhia anunciou, em junho deste ano, um acordo de até US$ 10,9 bilhões para encerrar 75% das 125 mil ações relacionadas ao herbicida. A Bayer mantém sua postura de defesa em relação à segurança do Roundup e disse que vai continuar contestando os veredictos dos três julgamentos.
Ainda de acordo com o projeto do governo mexicano, o uso de milho geneticamente modificado para consumo humano não será permitido após 31 de janeiro de 2024. Além disso, autoridades não poderão conceder licenças para o cultivo de milho geneticamente modificado no México. Essas medidas têm como objetivo “contribuir para a segurança e a soberania alimentares e proteger o milho nativo, a riqueza biocultural, as comunidades camponesas, o patrimônio gastronômico e a saúde dos mexicanos”.
Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), a maior parte do milho norte-americano importado pelo México é usado em ração animal, mas parte é importada para fabricação de cereais matinais, amidos e outros produtos processados. Em 2019, os EUA exportaram US$ 2,7 bilhões em milho para o México, disse o USDA.O projeto está em período de consulta pública e precisa ser aprovado pelas secretarias de Agricultura e Desenvolvimento Rural, de Meio Ambiente e Recursos Naturais, de Saúde, da Fazenda e Crédito Público, e de Economia.
Autoria: Estadão Conteúdo




