Mais lidas 🔥

Frio intenso no Hemisfério Norte pode indicar um inverno mais rigoroso no Brasil em 2026?

Demanda pelo "ejiao"
Cientistas contestam decisão judicial que libera abate de jumentos; peles vão para a China

Previsão do tempo
Molion prevê década de frio até 2035; primeira onda polar deve chegar ao Brasil em maio

Previsão do tempo
Quinta ZCAS de 2026 provoca chuva intensa em oito estados até março

Anuário do Agronegócio Capixaba 2025
Turismo rural no Espírito Santo: as histórias de quem está construindo a história
Desde o início da safra, as negociações envolvendo o café arábica estão lentas no mercado spot nacional, devido especialmente à retração de vendedores. Esses agentes estão à espera de preços ainda maiores e, por isso, seguem atentos às entregas já programadas. Apesar disso, pontualmente na sexta-feira, 17, altas nos valores externos do arábica e também do dólar fizeram o mercado interno reagir, e o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, posto na capital paulista, fechou acima dos R$ 500/saca de 60 kg, voltando aos patamares observados no início deste mês.
Segundo colaboradores do Cepea, essa reação atraiu vendedores ao mercado, e a quantidade de café negociada na data foi significativamente maior que a observada nos demais dias do mês. No entanto, essa alta não se sustentou e, na segunda-feira, 20, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 recuou, fechando a R$ 495,13/saca de 60 kg na terça, 21, alta de 1,3% frente à terça passada, 14. Quando ao dólar, fechou a R$ 5,197, desvalorização de 2,7% no mesmo comparativo. No mercado de robusta, os negócios estão calmos, mas com liquidez ainda superior à do arábica.
Na sexta-feira, também houve uma reação no mercado da variedade, quando o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 voltou a fechar acima dos R$ 355,00/sc, o que não era observado desde maio. Diante disso, o volume comercializado foi maior na data. Nessa terça-feira, 21, o Indicador fechou a R$ 356,51/sc, alta de 1,6% frente ao dia 14.


