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Os olhos do Brasil se voltaram para um frigorífico que nasceu em Goiás em 1953 e se tornou uma das maiores indústrias de alimentos do mundo. Tudo porque os empresários (e irmãos) Joesley e Wesley Batista, controladores da JBS, delataram à Procuradoria-Geral da República (PGR) que gravaram o presidente Michel Temer autorizando a compra do silêncio de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ex-presidente da Câmara dos Deputados cassado e preso na operação Lava-Jato.
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A gigante multinacional opera nos setores de processamento de proteína animal, mas já expandiu seus tentáculos para os segmentos de higiene e limpeza, embalagens e biodiesel, entre outros. Os negócios dos irmãos Batista se dividem nas unidades JBS Mercosul, JBS Foods e JBS USA, que atuam em nada menos que 22 países nos cinco continentes.
O grupo brasileiro controla marcas como Swift, Friboi, Seara, Doriana, Frangosul, LeBon e Massa Leve, comercializando seus produtos em mais de 150 nações. Com 220 unidades de produção no mundo, emprega mais de 230 mil colaboradores e tem capacidade para processar, diariamente, mais de 80 mil bovinos, 14 milhões de aves, 110 mil suínos e 100 mil peças de couro. A companhia abriu seu capital em março de 2007.
Quando a JBS se tornou a maior doadora nas eleições de 2014 foi possível perceber o tamanho e peso político que a companhia atingiu. No ano de 2002 a empresa doou apenas R$ 200 mil, valor que saltou para R$ 19,7 milhões em 2006 e R$ 83 milhões em 2010. Na campanha eleitoral de 2014 a JBS doou impressionantes R$ 391,8 milhões a candidatos de, pelo menos, dezesseis partidos políticos do Brasil.
Os irmãos Batista entregaram ao Ministério Público Federal gravações com pedidos de propina do presidente Michel Temer (PMDB) e do presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves (MG). A Polícia Federal montou operações e o repasse de dinheiro a emissários de Temer e Aécio foi filmado, com números de série das cédulas previamente registrados e malas e mochilas rastreadas.
Fonte:https://www.agrolink.com.br





