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A ranicultura é uma atividade que ganha cada vez mais espaço nas propriedades rurais de base familiar do Espírito Santo. Para incentivar o cultivo e capacitar os produtores, a Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) &ndash, por meio do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) &ndash, e a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) promovem o I Workshop de Ranicultura do Espírito Santo.
O evento, realizado nesta quinta-feira (25), contará com orientações técnicas voltadas para os interessados em investir na atividade. Os aspectos biológicos da rã-touro, uma das espécies mais cultivadas no Estado, o manejo e a viabilidade econômica da ranicultura serão tratados pelo extensionista do Incaper, Rafael Vieira Azevedo. A coordenadora do programa de aquicultura e pesca do Incaper, Lucimary Ferri, aborda a questão do licenciamento ambiental.
Outros temas, como o registro de estabelecimento de abate, linhas de crédito rural e a experiência de ranicultores também serão tratados no evento. No encerramento serão realizados trabalhos em grupo para a organização da ranicultura no Estado.
Sobre a ranicultura
A ranicultura é uma atividade promissora, porque além de permitir o rápido retorno do investimento, a carne de rã é um produto de excelente qualidade nutricional e existe a possibilidade da utilização dos seus subprodutos.
O Espírito Santo possui áreas propícias para a criação de rãs. Por estar próximo aos grandes mercados consumidores, o Estado tem todos os requisitos necessários à criação comercial. O Espírito Santo já teve uma grande quantidade de ranários &ndash, mais de 15 &ndash, e o Incaper contribui para incentivar a atividade e reduzir os entraves para o desenvolvimento da atividade.
Atualmente, Taiwan e China são os maiores produtores mundiais de rã. Nesses países, o sistema de criação é semi-intensivo, ou seja, os animais passam parte da vida em cativeiro, parte no ambiente. Neste contexto, o Brasil se destaca como maior produtor de rãs em cativeiro, sendo São Paulo e Rio de Janeiro são os estados com maior número de ranários do país.
Fonte: Seag





