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De importador de alimentos até meados da década de 1970, o Brasil se transformou nos últimos 25 anos em uma das maiores potências agrícolas mundiais. A tecnologia, que potencializa desde estudos de desenvolvimentos de sementes até maquinário, elevou a produtividade agrícola e hoje, o agronegócio é um dos principais mercados dos país. Mas mesmo com um mercado tão promissor, como manter e atrair as novas gerações para oportunidades no campo?
Essa questão foi debatida na palestra “O agro que dá negócio ”, durante a V Semana Tecnológica do Agronegócio, liderada pelo gerente executivo de marketing da Coopeavi, Daniel Piazzini, que mostrou oportunidades em diversos ramos, e espaço para crescimento no campo, para cerca de 200 universitários dos cursos de administração e contabilidade das faculdades da região ESFA e FARESE.
A palavra mais dita por Piazzini durante a palestra foi mesmo “oportunidade ”. Segundo ele, a região que agrega Santa Maria de Jetibá, Santa Teresa e municípios próximos sofrem ainda com uma escassez de mão de obra especializada, e instigou:
“Tem muita coisa que permeia o agronegócio que pode ser vista como oportunidade. Os drones hoje em dia já são fabricados especificamente para pulverização de produtos fitossanitários em lavouras. Como seria aqui? Os jovens têm gás para pensar em novas soluções? Temos espaço para isso ”, disse Piazzini.
Futuras gerações
Filha de cooperados produtores de ovos, em Santa Maria de Jetibá, e cursando administração na FARESE, Estefani Holz, 22 anos, não pensa em sair do município e acredita que no interior ainda tem espaço no mercado de trabalho.
“O convívio familiar, o clima da minha cidade e outros fatores fazem eu querer continuar em casa e ajudar meus pais, mas, é claro, pensando em formas inovadoras ”, disse.
Já Heitor de Sousa, 23, que mora em Santa Maria de Jetibá, pensa em trabalhar com agronegócio mesmo não tendo pais que trabalhem no ramo. “Acho que é um setor que realmente tem muitas chances de crescer e achei a palestra muito interessante ”, disse o jovem que estuda contabilidade.
O que mais chama atenção do universitário Gilliard Schulz, 34, é o potencial de crescimento no turismo. “Nossa região é muito bonita, mas acho que é mal aproveitada nesse setor. O agro turismo traz preservação, renda, lazer, mas é preciso muito investimento, não só privado, mas do Estado ”.
Crédito para as fotos: Felipe Amarelo/Coopeavi





