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*Matéria publicada originalmente em 30 de março de 2021
O morango capixaba deixou o solo e partiu para o cultivo semi-hidropônico. O sistema, que começa a ganhar força na região serrana do Espírito Santo, principal produtora do Estado, utiliza bancadas entre 60 e 80 cm de altura, dependendo do terreno. A cada novo plantio, renova-se o substrato, que segura a umidade dos pés de morango por mais tempo.
E tudo indica que a mistura entre “plantar no chão ” e utilizar a nova forma de cultivo tem gerado, literalmente, bons frutos. Em 2020, a produção foi recorde e alcançou as 14.591 toneladas, a melhor colheita dos últimos anos. A produtividade alcançou mais de 50 mil kg por hectare e a área colhida aumentou para 291 hectares, contra 260 em 2019.
“Os produtores estão usando mais o cultivo semi-hidropônico e, ao que parece, o cultivo em campo aberto tende a diminuir. Santa Maria de Jetibá já tem vários produtores que adotaram a técnica ”, ressalta o pesquisador do Incaper, Hélcio Costa.
Não é à toa que o município de Santa Maria de Jetibá está à frente. Maior produtor em 2019, foi responsável por 64,58% da produção capixaba, bem à frente de Domingos Martins, que responde por 10,71% da produção, Castelo (6,99%) e Venda Nova do Imigrante (4,97%).




