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O fenômeno La Niña ainda está presente no Oceano Pacífico. As temperaturas da superfície do mar na região central do Pacífico estão próximas ou abaixo da média, enquanto no Pacífico oriental, estão acima da média.
Há uma probabilidade de 66% de que ele transitem para condições neutras entre março e maio deste ano. As informações são da National Oceanic and Atmospheric Administration (Noaa), que em português significa Administração Nacional Oceânica e Atmosférica.
Durante o tempo em que o fenômeno persistir, há uma série de impactos no clima do Brasil.
A meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Danielle Ferreira, explica que, em anos do La Niña, observa-se a redução das chuvas na Região Sul do Brasil, tanto na quantidade, quanto na frequência, havendo possibilidade de alguns períodos longos sem precipitações.
No entanto, não é somente no Sul brasileiro que o La Niña tem forte impacto. Todo esse movimento que caracteriza o fenômeno nasce no Oceano Pacífico Equatorial e reverbera, de formas distintas, em diversas outras regiões.
Na faixa norte das regiões Norte e Nordeste do Brasil ocorre o inverso: o excesso de chuva, o que vem acontecendo atualmente em grande parte dessas áreas, com constantes avisos laranja de perigo para chuvas intensas.
“As frentes frias passam mais rapidamente sobre a parte leste da Região Sul e acabam levando mais chuvas para a Região Sudeste, podendo chegar até parte do litoral nordestino. Esse comportamento típico nem sempre ocorre, pois é necessário considerar também outros fatores como a temperatura do Oceano Atlântico (Tropical e Sudeste da América do Sul), que também pode atenuar ou intensificar os impactos do fenômeno”, afirma a meteorologista.





